Presença no evento reforça o papel do museu na valorização do território e no fortalecimento do turismo cultural e local
O MAGMA Museu – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia esteve presente na cerimônia que oficializou Botucatu como Estância Turística, um marco importante para o desenvolvimento do município e para a consolidação de políticas voltadas ao turismo.
A participação do MAGMA no evento reafirma o compromisso da instituição com a valorização do território, a difusão do conhecimento e a construção de experiências que conectam ciência, cultura e sociedade. Inserido em um dos contextos geográficos e naturais mais relevantes do interior paulista, o museu se coloca como um dos espaços que contribuem para o fortalecimento do turismo local de forma educativa e sustentável.
O reconhecimento de Botucatu como Estância Turística é resultado de um processo construído ao longo dos anos, envolvendo diferentes gestões públicas, além da atuação de equipes técnicas e da Secretaria de Turismo.
Para o MAGMA, a conquista representa também uma oportunidade de ampliar o diálogo com a comunidade e com visitantes, fortalecendo o papel do museu como espaço de encontro, aprendizado e vivência.
Mostra “Longe dos olhos… águas subterrâneas” apresenta o papel essencial dos aquíferos para o equilíbrio ambiental e a manutenção dos recursos hídricos.
No dia 22 de março, quando é celebrado o Dia Mundial da Água, o MAGMA (Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia) reforça a importância da conscientização sobre os recursos hídricos, com destaque para as águas subterrâneas, tema central da exposição de longa duração “Longe dos olhos… águas subterrâneas”.
A mostra aborda a relevância dos aquíferos, reservas naturais de água localizadas abaixo da superfície do solo, armazenadas nos poros das rochas e dos sedimentos. Esses sistemas subterrâneos desempenham papel fundamental na manutenção do equilíbrio ambiental, com impactos diretos nas dimensões social, econômica e ecológica.
As águas subterrâneas se movimentam de forma lenta, desde as zonas de recarga, onde a água da chuva infiltra no solo, até as zonas de descarga, onde alimentam rios, lagos, pântanos e oceanos. No Brasil, cerca de 90% dos rios dependem desse fluxo invisível, evidenciando a importância estratégica desses reservatórios naturais.
Sem a presença das águas subterrâneas, o planeta apresentaria condições mais áridas e menor diversidade biológica, o que reforça a necessidade de ações de preservação e uso consciente.
Além da exposição, o MAGMA desenvolve iniciativas contínuas de educação ambiental e divulgação científica relacionadas ao Sistema Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo. Por meio de projetos educativos, ações de geoconservação e atividades com escolas e instituições, o museu atua na promoção do conhecimento e na sensibilização da sociedade sobre a importância desse patrimônio natural.
Para a gestora e curadora do MAGMA, Berenice Balsalobre, compreender o funcionamento das águas subterrâneas é essencial para a construção de uma consciência ambiental mais ampla.
“As águas subterrâneas são invisíveis aos nossos olhos, mas absolutamente essenciais para a vida no planeta. Quando compreendemos como esses sistemas funcionam, ampliamos nossa percepção sobre o cuidado com o meio ambiente e reconhecemos que preservar a água é, também, preservar o futuro”, destaca.
A exposição “Longe dos olhos… águas subterrâneas” está aberta à visitação e integra o conjunto de atividades do museu voltadas à formação científica, à educação ambiental e à valorização dos recursos naturais.
O MAGMA Museu está localizado na Rodovia Gastão Dal Farra, km 4, Bairro Demétria, Botucatu – SP. O horário de funcionamento é de sexta-feira e sábado, das 13h às 17h, ou por agendamento. Para mais informações, o telefone de contato é o (14) 99754-6694 ou pelo e-mail contato@magma.org.br.
Atividade gratuita permitiu que visitantes conhecessem o espaço onde o acervo do museu é preservado, estudado e organizado
Com o objetivo de aproximar o público, o MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promoveu, nos dias 28 de fevereiro, 6 e 7 de março, visitas monitoradas à sua Reserva Técnica. A atividade reuniu visitantes interessados em conhecer os bastidores do museu e compreender melhor como ocorre o cuidado com as coleções científicas.
Durante as visitas, os participantes puderam conhecer o ambiente onde os materiais são acondicionados e aprender sobre os procedimentos de catalogação, organização e preservação que garantem a integridade do acervo ao longo do tempo. A iniciativa também proporcionou momentos de diálogo entre a equipe do museu e o público, ampliando o entendimento sobre o papel da Reserva Técnica na pesquisa, na educação e na difusão do conhecimento científico.
As melhorias implantadas na Reserva Técnica foram viabilizadas pelo projeto “Estruturação da Reserva Técnica do MAGMA”, contemplado pelo Fomento CultSP do ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
A realização das visitas reforça o compromisso do MAGMA em promover ações educativas e de divulgação científica, aproximando a comunidade dos processos que envolvem a preservação do patrimônio científico e cultural.

Atividade gratuita permitirá ao público conhecer o espaço de preservação e pesquisa do acervo do museu.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia realizará visitas monitoradas à sua Reserva Técnica nos dias 28 de fevereiro, 6 e 7 de março, sempre às 15h. A atividade é gratuita e destinada ao público interessado em conhecer os bastidores do trabalho de preservação, acondicionamento e pesquisa do acervo do museu. Cada visita é independente, e os interessados podem escolher a data de preferência mediante inscrição prévia por meio de formulário online:
https://forms.gle/sfNfj4Rq2BPcyLgL8.
A ação integra o projeto Estruturação da Reserva Técnica do MAGMA, contemplado pelo Fomento CultSP do Programa de Ação Cultural (ProAC), da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo. Com o apoio do projeto, o museu implantou melhorias estruturais no espaço, garantindo condições ambientais controladas, segurança e organização técnica adequadas à conservação das peças que não estão em exposição.
A Reserva Técnica é o ambiente destinado à guarda e preservação do acervo, apoiando atividades de pesquisa, catalogação e conservação preventiva. Durante a visita, o público poderá compreender os critérios técnicos que orientam o armazenamento e a gestão do patrimônio geocientífico.
Serviço:
Visita monitorada à Reserva Técnica do MAGMA
Datas disponíveis:
28 de fevereiro – 15h
6 de março – 15h
7 de março – 15h
Cada visita é independente e a atividade é gratuita. Link para inscrição: https://forms.gle/AGe7rVBaTdUpWaWG8
Professores, pedagogos e agricultores participaram de encontro voltado à ampliação de referências em geociências, território e práticas culturais
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia recebeu um grupo do município de Severínia para uma visita especial ao museu, ao bairro Demétria de Botucatu e à Feira Cultural local. A atividade reuniu professores, pedagogos e agricultores interessados em ampliar conhecimentos e levar novas referências para suas áreas de atuação.
O encontro foi marcado por trocas de saberes, diálogos enriquecedores e pelo interesse genuíno em aprofundar a compreensão sobre geociências, território e práticas culturais. Ao longo da visita, os participantes puderam explorar o acervo do museu e refletir sobre a relação entre ciência, educação e comunidade, fortalecendo conexões entre diferentes realidades e experiências.
Momentos como esse reforçam o papel do MAGMA como espaço de formação, conexão e construção coletiva de conhecimento. Mais do que um local de exposição, o museu se consolida como ambiente de aprendizagem, onde a curiosidade é ponto de partida para novas descobertas.
O MAGMA está aberto para visitas e também para grupos organizados. Escolas, universidades, equipes técnicas e instituições podem agendar experiências mediadas, planejadas de acordo com seus objetivos pedagógicos. O espaço também acolhe famílias e todos aqueles que desejam conhecer mais sobre rochas, minerais, fósseis e sobre a história do nosso planeta.
Conhecimento é para todos e começa com a curiosidade. Severínia, as portas do MAGMA estarão sempre abertas!
Encontro promoveu aproximação com o acervo e reflexões sobre ciência, natureza e história.
No último dia 7 de fevereiro, o MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia – recebeu o grupo do Centro Espírita Caminho de Luz para uma visita especial, marcada pela curiosidade, pelo interesse em conhecer o acervo e pelas trocas ao longo do percurso pelo Museu.
Durante a atividade, os visitantes tiveram a oportunidade de explorar conteúdos relacionados às geociências, à mineralogia e à astronomia, ampliando o olhar sobre os processos naturais e a relação entre ciência, natureza e história. A visita possibilitou momentos de diálogo e aprendizado, fortalecendo a experiência educativa proporcionada pelo espaço.
Iniciativas como essa reforçam o papel do MAGMA como um Museu aberto a diferentes públicos, comprometido com a divulgação científica, a educação e a convivência. Agradecemos a visita do Centro Espírita Caminho de Luz e esperamos revê-los em breve para novas experiências e descobertas.
Atividade integrou projeto contemplado pelo ProAC e aprofundou práticas essenciais para a preservação de bens culturais.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promoveu, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro, o workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”, iniciativa vinculada ao projeto Reserva Técnica do MAGMA.
A atividade abordou conceitos fundamentais da conservação preventiva, área da museologia que se dedica a compreender e minimizar as causas da degradação dos acervos. Diferentemente de ações pontuais sobre objetos isolados, a conservação preventiva amplia o olhar para fatores como ambiente, arquitetura, planos de segurança, manutenção e formas de uso das coleções, com o objetivo de evitar ou reduzir processos de deterioração antes que ocorram.
Ao longo dos três encontros, o workshop combinou formação teórica, debates técnicos e atividades práticas, promovendo a troca de experiências sobre procedimentos de acondicionamento, conservação e higienização de acervos em diferentes instituições.
No dia 16 de janeiro, a museóloga Cecília Machado conduziu a atividade dedicada à conservação do acervo, discutindo princípios, critérios e estratégias preventivas aplicadas ao contexto museológico. Já no dia 17, a museóloga Lays Lessa ministrou a aula sobre higienização de acervos, etapa essencial da conservação preventiva, que exige avaliação criteriosa da tipologia, materialidade e estado de conservação de cada peça.
Durante a atividade prática, foram apresentados métodos adequados para a limpeza de minerais e rochas, como o uso de trinchas, aspirador de pó de baixa potência e flanelas, além da aplicação pontual de swabs umedecidos em detergente neutro e água deionizada, sempre com o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPIs), garantindo a segurança dos profissionais e a integridade dos objetos.
A realização do workshop reforça o compromisso do MAGMA com a adoção de boas práticas museológicas, a qualificação técnica de seus processos e a salvaguarda responsável do patrimônio científico, geológico e cultural sob sua guarda.
O projeto “Reserva Técnica do MAGMA”, foi contemplado pelo Fomento CultSP do ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promove, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro, o workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”, uma iniciativa voltada à apresentação de boas práticas para preservação de acervos museológicos e à valorização da reserva técnica como espaço fundamental para a salvaguarda do patrimônio científico e cultural.
A atividade integra o projeto Estruturação da Reserva Técnica do MAGMA, contemplado pelo Fomento CultSP do Programa de Ação Cultural (ProAC), da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo. Ao longo de três encontros, o workshop irá combinar momentos de formação teórica, debates e atividades práticas, promovendo a troca de experiências sobre processos de acondicionamento de acervos em diferentes instituições.
O encontro será realizado ao longo de três dias, com programação distribuída entre atividades online e presenciais. No dia 15 de janeiro, às 19h, acontece a palestra online com a museóloga Cecília Machado. Já nos dias 16 e 17 de janeiro, as atividades presenciais ocorrem no MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, em Botucatu, com práticas de higienização e acondicionamento do acervo nos períodos da manhã e da tarde. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, e os participantes receberão certificado ao final do workshop.
A programação tem início com a abordagem de conceitos, diretrizes e da importância da conservação preventiva em museus, avançando para atividades práticas voltadas à higienização e ao acondicionamento do acervo de minerais, rochas e fósseis da reserva técnica do MAGMA. As ações permitem aos participantes o contato direto com procedimentos técnicos adotados na instituição e contribuem para a qualificação das práticas museológicas.
Além de contribuir para a formação técnica, a iniciativa reforça o compromisso do MAGMA Museu com a preservação de seus acervos, a qualificação profissional na área museológica e a difusão do conhecimento científico junto à comunidade.
Workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”
Datas e horários:
15/01 – Palestra com a museóloga Cecília Machado, às 19h (online – link enviado aos inscritos)
16/01 – Práticas de higienização e acondicionamento do acervo, das 14h às 17h (presencial)
17/01 – Práticas de higienização e acondicionamento do acervo, das 10h às 13h (presencial)
Local (atividades presenciais):
MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia
Rua Guilherme Sauer, s/n – Demétria, Botucatu (SP)
Inscrições:
Gratuitas, por meio de formulário online, disponível até a véspera do encontro.
https://forms.gle/2au188hdPYJNGB5w5
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia – será sede, no próximo dia 10 de janeiro, de uma oficina sobre preservação digital de acervos, promovida pelo Museu da Pessoa, por meio do projeto “Democratização da memória social pela preservação digital”, contemplado pelo edital Fomento CultSP do ProAC.
A atividade integra uma série de quatro encontros realizados em diferentes Núcleos do Museu da Pessoa pelo Estado de São Paulo e tem como objetivo apoiar profissionais, coletivos e iniciativas comunitárias que lidam com memória, cultura, educação e arquivos diante dos desafios da preservação digital no cotidiano contemporâneo.
Em Botucatu, a oficina acontece às 15h, no espaço do MAGMA, no bairro Demétria, e será mediada por Felipe Rocha, museólogo e Coordenador de Acervo do Museu da Pessoa. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, disponível até a véspera do encontro.
Durante a oficina, serão abordados temas como boas práticas de preservação digital, cuidados com acervos audiovisuais, além da distribuição de materiais impressos com orientações sobre preservação de arquivos digitais e fitas magnéticas. O encontro também propõe um espaço de troca de experiências e diálogo entre os participantes.
Para a gestora e curadora do MAGMA, Berenice Balsalobre, sediar a oficina reforça o papel do Museu como espaço de formação, reflexão e compromisso com a memória.
“A preservação de arquivos digitais é fundamental para a cultura contemporânea, porque grande parte da produção cultural, científica, artística e administrativa nasce hoje em ambiente digital. Isso não é apenas uma questão técnica, mas também um compromisso ético e social com a preservação das memórias”, destaca.
Segundo Berenice, a iniciativa dialoga diretamente com a missão do MAGMA de promover educação, ciência e cultura de forma acessível e integrada à comunidade.
“Receber uma oficina como essa amplia o debate sobre memória e patrimônio, temas que atravessam diferentes áreas do conhecimento e fortalecem a atuação de museus, arquivos e iniciativas comunitárias”, completa.
A atividade é voltada a todas as pessoas interessadas nos temas de memória, cultura, educação, museus, arquivos, coletivos e iniciativas comunitárias.
Serviço
Oficina gratuita sobre Preservação Digital
Data: 10 de janeiro (sábado)
Horário: 15h (horário de Brasília)
Local: MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia
Rua Guilherme Sauer, s/n – Bairro Demétria – Botucatu (SP)
Inscrições gratuitas: https://forms.gle/knpXt585WiMthSbY8
O projeto é realizado com recursos do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.
A atividade integrou Encontro Regional de Paleontologia e reuniu pesquisadores, professores e estudantes de diferentes regiões do Brasil.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, foi um dos espaços que integrou a programação do PALEO-SP 2025 – Encontro Regional de Paleontologia, sediado pelo Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB/Unesp). A atividade realizada no Museu marcou o encerramento do evento e reuniu professores, pesquisadores e estudantes de diferentes estados, promovendo troca de experiências, visitas ao acervo e diálogo científico.
Durante a programação no MAGMA, os participantes tiveram contato com o acervo mineralógico, de rochas e minerais, além de conhecer as ações educativas e de divulgação científica desenvolvidas pela instituição. A visita foi especialmente significativa para pes
quisadores e alunos de fora de Botucatu, que puderam conhecer de perto o trabalho realizado pelo Museu na valorização do patrimônio geológico e paleontológico regional.
Para o professor Marcello Simões, do Departamento de Biodiversidade e Bioestatística do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB/Unesp) e integrante da organização do PALEO-SP, a escolha do MAGMA para o encerramento do evento reforça a relevância da instituição. “Hoje nós estamos encerrando o evento aqui no MAGMA, que tem toda a sua importância por causa do seu acervo mineralógico, acervo de rochas e minerais, e todo o seu papel importante para o desenvolvimento cultural digamos assim da nossa sociedade, em particular de Botucatu. Para nós foi uma felicidade podermos encerrar o nosso evento com uma visita muito interessante, especialmente para os pesquisadores e alunos de fora da cidade, muitos estão impactados pela qualidade dos materiais no museu e tudo que tem sido desenvolvido aqui”, destacou.
A professora Juliana Leme, do Departamento de Geologia Ambiental e Aplicada do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) e integrante da organização do PALEO-SP, também ressaltou a importância do MAGMA como espaço de educação e divulgação científica. “O MAGMA é um museu maravilhoso, que conta uma história importantíssima não só da geologia da região, da paleontologia do estado de São Paulo, mas como um ponto de divulgação científica, onde as crianças e as escolas podem vir e aproveitar, aprender sobre a geologia e a paleontologia. Despertar isso nas crianças é muito importante. Que presente que Botucatu ganhou em ter esse museu”, afirmou.
A participação do MAGMA no PALEO-SP reforça sua atuação como espaço de integração entre universidade, pesquisadores, estudantes e comunidade. Para a gestora e curadora do Museu, Berenice Balsalobre, o encontro evidenciou a vocação científica e educativa da instituição. “Hoje foi um dia de alegria aqui no museu. Nós fizemos parte do Encontro Regional de Paleontologia que aconteceu no Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, com encerramento da programação no MAGMA. Pudemos ter contato com pessoas de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Paraná e de vários lugares do Brasil, tivemos a oportunidade de trocar experiências, conhecer no que eles trabalham e também apresentar o nosso trabalho. Ter alunos, pesquisadores e professores dentro do museu é sempre muito valioso”, ressaltou.